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Cidades Por: Pedro H. Santiago Repórter 07 Mar 2018 11:48 Rede Piauí de Notícias

Greve dos servidores de Picos continua após quase dois meses

TJ-PI determinou que 60% dos servidores voltem a trabalhar, mas o sindicato conseguiu diminuir para 30%


A greve dos servidores municipais da saúde de Picos está próximo ao segundo mês. O Sindicato dos Servidores Municipais (Sindserm) sofreu com uma decisão do Tribunal de Justiça do Piauí, para que cerca de 60% dos profissionais continuassem a atender nos postos de saúde, mas o sindicato conseguiu conseguiu um efeito suspensivo da decisão e reduziram para 30% na última semana de fevereiro. 

A presidente do sindicato, Lenice Sales, explicou que a greve não é por conta do pedido de reajuste salarial, mas sim popr conta da não criação de uma data base de pagamento dos servidores. “O desembargador tinha entendido que Picos tinha um serviço de urgência e emergência, com isso ele (o desembargador) entendeu, e com os 60% enfraquecia o movimento, mas estamos atrás apenas que os servidores recebessem o salário em dias, e ele entendeu”, disse a presidente.

Servidores de Picos fazem manifestção
Crédito: Folha Atual


Mesmo com a gategoria recebendo os meses de dezembro e janeiro, a presidente do sindicato afirmou que a greve deve continuar até que uma data for determinada para os pagamentos.“Se a categoria não se unir, nunca será resolvido esse problema, e alguns técnicos, mesmo tendo recebido, continuam em greve, em apoio aos outros, zeladores, vigias, que também precisam receber; foram solidários para que todos os salários estejam em dias”, reiterou a sindicalista.

A prefeitura responde

A Prefeitura de Picos respondeu através do procurador jurídico Maycon Luz, que os atrasos se dão por conta do repasse do Governo Federal “Não tem como ter um dia útil. Estamos tentando organizar a casa para poder vê se consegue criar uma data base, ou então fazer um acordo com o próprio sindicato para pagar dois ou três dias depois do repasse, mas não é nada de concreto, estamos nessa análise ainda”, declarou.

Outro problema identificado pelo procurador, é a mudança do secretário e com isso as contas continuam bloqueadas.



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